Introdução à Técnica de Clown

Introdução à Técnica de Clown

Introdução à tecnica clown

O clown não representa: ele é o que faz (…) Não se trata de uma personagem, ou seja, de uma entidade externa a nós, mas a ampliação e dilatação dos aspetos ingénuos, puros, humanos do nosso próprio ser.

Lecoq, J

 

O eterno desajustado de um vulgar quotidiano. 

Como potenciar o clown como ferramenta para o jogo da verdade do ator, num exercício de humildade e persistência? 

Esta oficina de trabalho, propõe criar uma metodologia onde se usa a criatividade para criar um vocabulário físico, através da exploração de um ponto de vista muito particular sobre o mundo.

Criar uma visão poética, risível, ingénua, idiota, sem nunca ter medo do ridículo,  sem nunca ter medo de falhar. 

Como consegue o ator enganar o próprio conhecimento, transgredindo-o? Estaremos nós tão conscientes do espaço físico, do quem nos rodeia, e capazes de trabalhar a ação/reação?

O que acontece quando colocamos a mais pequena máscara?

 

Esta formação é complementada com a de “Introdução ao Teatro Físico” e pode ser adquirida em conjunto, com desconto.

|Duração
12 horas
|Data e Horário
23 e 24 de abril
10h00 – 13h00 | 14h00 – 17h00
|Participantes
12 (mínimo 8)
|A quem se destina
O workshop é visado para todos os intérpretes da área do teatro, dança, canto e música, profissionais, amadores ou estudantes.
|Preço
40€
(Esta formação pode ser adquirida em conjunto com a de “Introdução ao Teatro Físico” pelo valor de 60€)
 
|Pagamento
Transferência
MBWay
Numerário

Margarida Gonçalves

Margarida Gonçalves nasceu no Porto em 1975. 

Frequentou o Curso de Interpretação na ACE Escola de Artes, frequentou a École Philipe Gaulier, em Londres fez Pós-Graduação em Teatro- Artes Performativas na Escola Superior de Teatro e Cinema.

Iniciou o seu trabalho como atriz profissional em 1997, na companhia Teatro Bruto. Colaborou em produções no Teatro Nacional S. João, Companhia de Teatro de Almada, Chapitô, Companhia Paulo Ribeiro, Teatro Meridional, Teatro do Bolhão, Teatro da Didascália, Circolando, entre outras.

Trabalho com Joana Providência, Alan Richardson, Peta Lilly, José Carretas, André Riot Sarcey, Marcos Barbosa, José Wallenstein, António Capelo, António Fonseca, Joaquim Benite, Rogério de Carvalho, John Mowat, Paulo Ribeiro, Ana Luena, Marta Lapa, António Júlio, Raquel S., Madalena Vitorino, entre outros.

Foi responsável pelo movimento nos espetáculos Uma Família Portuguesa, encenado por Cristina Carvalhal, e Deserto, Deserto, encenado por Carlos Avillez.

Leciona Teatro Físico e Clown na ACE Escola de Artes (Porto e Famalicão). 

O seu trabalho tem como base o movimento do ator. No âmbito profissional as criações que tem feito têm uma componente muito forte da técnica clown e do teatro físico.

Dirigiu vários workshops para o serviço educativo da ACE-Teatro do Bolhão, e para o Teatro Meridional.

Faz parte da Operação Nariz Vermelho. 

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