Quarteto contratempus

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Missão

A Missão do Quarteto é valorizar a investigação e experimentação artística, como prática inovadora do desenvolvimento e conhecimento, através do uso de tecnologia em Ópera de Câmara Multimédia e música de câmara, envolvendo as comunidades, e aumentando o espólio de música de compositores portugueses, divulgando a música contemporânea portuguesa pelo mundo.

Sobre nós

O Quarteto Contratempus foi fundado em 2008 por Brenda Vidal, Crispim Luz, Susana Lima e Teresa Nunes, apresentando-se como uma formação composta por Soprano, Clarinete, Violoncelo e Piano. Dedica-se à interpretação e divulgação de música contemporânea, e à criação de Ópera Contemporânea Multimédia.

A formação pouco comum do Quarteto – Soprano, Clarinete, Violoncelo e Piano, representa a voz, os sopros, as cordas e a grande orquestra, apresentando assim a possibilidade de um amplo jogo de cores disponibilizado pelos timbres contrastantes dos instrumentos e tornando assim esta formação especial.

O Quarteto foi distinguido com o 3º Prémio Nacional de Indústrias Criativas 2018 (promovido pelo Grupo Super Bock / Serralves), bem como com o Prémio BfK (promovido pela Agência de Inovação) pelo seu trabalho de criação no domínio da Ópera de Câmara Multimédia.  

Em 2019, Sergio de A passa a colaborar com o quarteto na ópera Simplex, integrando a formação de base como pianista.

Neste momento o quarteto conta com produção e equipa técnica na rua equipa nuclear assim como a colaboração regular de alguns criadores e músicos.

Formação do Quarteto Contratempus com os membros fundadores Brenda Hermida Vidal, Crispim Luz, Teresa Nunes e Susana Lima. Iniciando-se assim a formação improvável de soprano, clarinete, violoncelo e piano.

Primeiro concerto profissional na Faculdade de História e Geografia de Santiago De Compostela

São convidados para representar Portugal nas Comemorações do Ano de Portugal no Brasil, onde se apresentam com um concerto de música de câmara sinalizando assim a sua primeira atividade internacional. Neste mesmo ano, o Quarteto Contratempus é finalista nos Prémios do Concurso Internacional de Música de Câmara de Alcobaça.

Ano que marca a criação da primeira ópera do Grupo, “A Querela dos Grilos” de Fátima Fonte com encenação de Antonio Durães.

Estreia da primeira ópera multimédia, “Os Dilemas Dietético de uma Matrioska do Meio” de Nuno Côrte-Real, com encenação de António Durães e criação multimédia de Hugo Mesquita. Este é um ano de viragem, impulsionador da nova direção de criação do QC, que inicia a sua colaboração com o Teatro Municipal do Porto e com o artista visual Hugo Mesquita, com quem tem vindo a explorar a dimensão da multimédia nas óperas de pequeno formato.

O Quarteto Contratempus é galardoado com o Prémio BFK (promovido pela Agência de Inovação) e o 3° Prémio Nacional das Indústrias Criativas (promovido pelo grupo Super Bock / Serralves).

Novo capítulo para o grupo, com a saída da pianista Brenda Vidal da formação nuclear e a entrada do pianista Sérgio de A.

É também em 2019, que Quarteto é convidado a co-promover o Projeto Lugar Comum, em parceria com a Misericórdia do Porto e o Teatro Municipal do Porto, estabelecendo-se assim como o primeiro grande projeto comunitário do grupo.